
A estética da periferia é a resposta mais forte desse início de século às desigualdades, à pobreza e à exclusão social, combinando ousadia, atitude e poesia. É uma estética nova, de impacto, que busca sua força no uso original na visualidade do excesso urbano, propondo novas articulações de linguagens, através do olhar comprometido com a textura áspera da cidade, com a estética das ruas, com a criatividade da sobrevivência.
Com curadoria de Gringo Gardia, o conceito da exposição é retratar a estética da periferia de grandes cidades brasileiras e suas formas de sintonia com o mundo da arte, da mídia e da moda de uma maneira própria, antropofágica, transformadora, e criativa diante de sua realidade econômica excludente.
A idéia da exposição é mapear algumas dessas visões criativas em 4 campos – o da arquitetura, o das artes visuais, do desenho industrial e o da moda e comportamento.